vinho, filme, jantar feito por ele e mãos dadas.
ele decidiu ser romântico e ela apenas simpática.
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quinta-feira, 20 de maio de 2010
domingo, 9 de maio de 2010

sobre o nada
queria escrever alguma coisa sobre um acontecimento. tentei muito me inspirar, na verdade não foi muito, mas tentei.
a minha inspiração vem como se alguém soprasse o texto prontinho pra mim, quase uma psicografia.
mas ninguém veio me soprar nada. apenas me orientaram a escrever o que eu senti ou ainda sentia sobre um acontecimento que esperei durante alguns quase trinta meses.
a minha vontade era de conseguir contar tudo, mas ainda assim não me veio nada.
hoje numa auto confissão, percebi que não tenho nada pra contar, a réplica sempre chega em momentos que a única vontade que temos é de cultuar o silêncio.
procurei em todos os cômodos da minha mente, até na ante sala um sentimento, um desamor, um desafeto, uma raiva e até um amor. e nada.
me disseram que quando algo não nos diz nada, é porque deixou de ser alguma informação para nós.
foi isso, esperei tanto que acho o que era o lead da matéria, passou facilmente para o caderno de obituário.
e é assim que eu me sinto, sem ansiedade, sem piedade, sem raiva, sem ódio, sem sentimento, sem nada.
a minha inspiração vem como se alguém soprasse o texto prontinho pra mim, quase uma psicografia.
mas ninguém veio me soprar nada. apenas me orientaram a escrever o que eu senti ou ainda sentia sobre um acontecimento que esperei durante alguns quase trinta meses.
a minha vontade era de conseguir contar tudo, mas ainda assim não me veio nada.
hoje numa auto confissão, percebi que não tenho nada pra contar, a réplica sempre chega em momentos que a única vontade que temos é de cultuar o silêncio.
procurei em todos os cômodos da minha mente, até na ante sala um sentimento, um desamor, um desafeto, uma raiva e até um amor. e nada.
me disseram que quando algo não nos diz nada, é porque deixou de ser alguma informação para nós.
foi isso, esperei tanto que acho o que era o lead da matéria, passou facilmente para o caderno de obituário.
e é assim que eu me sinto, sem ansiedade, sem piedade, sem raiva, sem ódio, sem sentimento, sem nada.
domingo, 25 de abril de 2010
segunda-feira, 29 de março de 2010
só para você
queria tanto te contar que a família cresceu
que mudei de casa, de emprego e de amores
que continuo com aquelas manias estranhas
que não faço mais as refeições com tanta pressa como você reclamava
que superei o “toc” de conferir se tranquei a porta três vezes antes e sair de casa
que fico gelada toda vez que vejo uma pessoa de costas na paulista com o cabelo igual ao seu
que nunca sonho com você. uma pena.
que sinto falta dos nossos demorados cafés e risadas intermináveis
que ainda me lembro do cheiro do seu carro
que aquele dia não assumi, mas também tive a sensação de ter voado
que ainda me lembro do formato da sua mão
que sinto um arrepio quando sinto você por perto
que nem sempre o que eu dizia era o que realmente queria dizer
que me arrependo diariamente de não ter feito o melhor para ter a sua companhia por mais tempo
que agora separo as meias coloridas das brancas
que sei quando está perto porque o céu fica cor de baunilha
que não me recordo muito bem dos seus traços, mas nunca esquecerei a sua alma
que continuo com aquelas manias estranhas
que não faço mais as refeições com tanta pressa como você reclamava
que superei o “toc” de conferir se tranquei a porta três vezes antes e sair de casa
que fico gelada toda vez que vejo uma pessoa de costas na paulista com o cabelo igual ao seu
que nunca sonho com você. uma pena.
que sinto falta dos nossos demorados cafés e risadas intermináveis
que ainda me lembro do cheiro do seu carro
que aquele dia não assumi, mas também tive a sensação de ter voado
que ainda me lembro do formato da sua mão
que sinto um arrepio quando sinto você por perto
que nem sempre o que eu dizia era o que realmente queria dizer
que me arrependo diariamente de não ter feito o melhor para ter a sua companhia por mais tempo
que agora separo as meias coloridas das brancas
que sei quando está perto porque o céu fica cor de baunilha
que não me recordo muito bem dos seus traços, mas nunca esquecerei a sua alma
domingo, 14 de março de 2010
segunda-feira, 1 de março de 2010
- tudo bem com você? - interrogou ela com um sentimento de culpa maior que o seu ego.
- tudo ótimo! - respondeu ele efuzivo.
- tudo bem mesmo? ela insistiu.
- costumo ficar mal , mal mesmo por alguém 24 horas. - respondeu ele já perdendo a paciência.você me deu um fora homérico ontem às 20:42hrs , agora são 21:40 hrs.
- faz exatamente uma hora e dois minutos que me esqueci de você. - ele suspirou aliviado.
- tudo ótimo! - respondeu ele efuzivo.
- tudo bem mesmo? ela insistiu.
- costumo ficar mal , mal mesmo por alguém 24 horas. - respondeu ele já perdendo a paciência.você me deu um fora homérico ontem às 20:42hrs , agora são 21:40 hrs.
- faz exatamente uma hora e dois minutos que me esqueci de você. - ele suspirou aliviado.
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